
Ray Bradbury, autor dos clássicos Fahrenheit 451 e As Crônicas Marcianas, apesar de já ter sido classificado como o maior escritor de ficção científica do mundo, descrevia a si mesmo de uma forma bem mais simples: “sou um contador de histórias. Isso é tudo o que eu já tentei ser”. Ainda que suas narrativas normalmente tenham por cenário o espaço sideral e planetas distantes, seus personagens são essencialmente humanos, com emoções e sentimentos palpavelmente humanos. Por meio dessa conexão entre o imaginário e o real, a ficção de Ray Bradbury instiga o leitor a questionar para onde estamos nos dirigindo e a pensar sobre o que podemos aprender a respeito de nós mesmos. O conto abaixo, uma de suas melhores produções, é uma fábula atemporal de tocar o coração.







