
As palavras são patrimônios inestimáveis da humanidade, o traço visível da existência imaginária coletiva, do conhecimento, da sabedoria e da poesia. Palavras têm vida própria e são maiores do que cada um de nós, mais ricas do que cada um de nós: o bom escritor e o bom leitor sabem que, por esse motivo, cada mínima escolha de vocábulo (consciente ou não) reflete todo um universo – uma forma de ver o mundo e, portanto, de fazê-lo existir.
De minha parte, compreendo a arte como a expressão estética de uma essência invisível, de uma alma ideal a ser traduzida para o mundo real. Dessa maneira, na literatura (e acredito que em todas as outras formas de arte), o conteúdo não se desvincula, nunca, da linguagem que lhe dá forma: conteúdo (essência, alma) e linguagem (aparência, estética) experimentam uma retroalimentação necessária.
De minha parte, compreendo a arte como a expressão estética de uma essência invisível, de uma alma ideal a ser traduzida para o mundo real. Dessa maneira, na literatura (e acredito que em todas as outras formas de arte), o conteúdo não se desvincula, nunca, da linguagem que lhe dá forma: conteúdo (essência, alma) e linguagem (aparência, estética) experimentam uma retroalimentação necessária.
O léxico é a roupa da realidade; a semântica, suas leis e princípios.
Verdade Gustavo. Eu costumo dizer que, as palavras possuem vida própria, e nós devemos usá-la com sabedoria. Sabedoria esta que foi dada para cada um de nós, resta-nos aprender e respeitar o nosso tesouro. A Língua. Forte abraço!
ResponderExcluirBelas palavras, Luciano! Abração
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